Plano Piloto recebe a mostra de estreia do projeto Rua Cinema Nosso

A primeira sessão da mostra itinerante Rua Cinema Nosso contou com a participação de 200 pessoas que puderam conferir a sessão Fala Brasília na praça das fontes em frente ao Conjunto Nacional. No público tinha gente de todas as idades. Pais e maes que trouxeram seus filhos e filhas para esta experiência única. Muitas pessoas também apareceram sem saber do que se tratatava, já que o local é de grande circulação ao lado da rodoviária: “Eu pude reviver a época em que vivia em 1985. Uma época que voce via muito cerrado, a terra vermelha…”, comentou Maurício Sousa, que assistia aos filmes de longe em um banco da praça.

Ele se refere aos filmes que iniciaram a mostra como “Brasília de segundo Feldman”, de Vladimir Carvalho, que contém várias imagens da construção da cidade mostradas com depoimentos históricos e autênticos sobre as mazelas do nosso passado. O diretor do filme exibido na mostra “brasíliaApé”, RC Ballerini, estava presente e ficou “muito contente de passar o filme com outros filmes que tem tanta conexão”.

A interação com o espaço é um dos principais objetivos do projeto. É uma forma diferente de atuação dentro  do imaginário de cada pessoa. O diretor do filme “Mínima Cidade”, João Lanari, também estava presente e lembrou das possibilidades que existem ao ar livre “De repente descobrimos um espaço de conviência em Brasília que as vezes é tão árido. É importante retomar os espaços públicos”. Outro ponto importante do projeto foi destado por um dos idealizadores da mostra, Alan Schvasberg:  “Existe uma produção cinematográfica pungente da nossa cidade desde os anos 60 e até hoje não se tem onde passar. O plano piloto concentra quase todas salas de cinema do DF, queremos levar cinema para outros pontos da cidade”.

Na verdade toda comunidade deveria ter seu cinema. Não só o cinema mas para todo tipo de arte. Seria outro tipo sociedade essa nossa se ao invés de 98% dos lares brasileiros tivéssemos acessos à bens culturais como teatro, música, pintura, cinema ao invés de televisões. Quando vivenciado na rua, nas praças, nas cidades traz percepções das mais diversas e provocam os espectadores a se distrair com reflexões de infinitas possibilidades. A próxima sessão acontecerá na Ceilândia, dia 12/07, e conta com a participação de vocês.

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